Magro dedicou este programa inteiramente ao carnaval vocal, com textos extraídos dos livros de Jairo Severiano e do Zuza Homem de Mello, "A Canção no Tempo"', além de pesquisas na Internet. O único quadro mantido foi a Agenda Vocal: o resto é o povo cantando marchinhas, sambas e dois sambas-enredo, um deles, o belíssimo Aquarela Brasileira, num arranjo escrito por ele para o grupo "Toque de Arte" e uma sátira do Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta, interpretado pelo Quarteto em Cy, o "Samba do Crioulo Doido".