Não sei dizer nem explicar como tudo se deu. Era noite ou era dia? O relógio marcava uma hora qualquer. O sol se confundia com a lua. A cadeira balançava suave. Não parecia um início nem mesmo um fim. A chuva deu lugar à lua. Meu coração flutuou. Minhas mãos enfraqueceram. Senti medo? Senti dor? Havia uma súplica a fazer, uma lágrima a derramar? Havia no peito a esperança de que uma neblina suave viesse para me proteger?
Programa Vozes Brasileiras de 12/06/2010
Patativa do Assaré era um homem voltado para sentir as palavras. Um sertanejo calejado na luta para traduzir o sentimento do nordestino. Quase cego dos olhos, como o Assum Preto.
Programa Vozes Brasileiras de 05/06/10
Ao iniciar a procura por uma cara para seu terceiro CD, a primeira e boa decisão de Regina Machado foi buscar apoio na sonoridade de dois violões – um de sete cordas, nas mãos de Italo Peron, ele que também ficou encarregado dos arranjos, e um de seis cordas, de aço e de nylon, a cargo de Norberto Vinhas.
Artigo do Dalmo no lançamento da Revista "Fazer e vender cultura" do Clube da Cultura, sobre o momento atual da indústria fonográfica e novas midias digitais.
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